
sábado, 17 de abril de 2010
Momentos do Cavalheiro de Cyborg Town...

quinta-feira, 1 de abril de 2010
Como criar o teu próprio "Assassino do Amor"...

Em primeiro lugar, comecemos por tudo aquilo que deu lugar a este personagem, e por favor, meninas fãs, quero o menos loucura possível. Estava eu, muito sossegada – a melhor palavra será aborrecida de morte – na aula de geografia, há uns quatro, três anos atrás, quando me ocorreu fazer uma homenagem à maravilhosa música daquele falecido Michael Jackson, o “Thriller”, e escrever também uma música que tivesse a ver…enfim, com a minha fascinação por aquele general das SS que toda a gente no dA sabe quem é, e então, peguei na minha imaginação, e comecei a escrever um “poema”. Ao mostrar à minha colega Susana o que ela achava sobre aquela “obra-prima,” ela – no seu entender estético e filosófico poético que sempre desenvolveu enquanto fã dos Blue – exclamou “isto não é um poema, é uma canção”. O refrão começava com “Eu sou o Assassino do Amor…!” E, a partir de aí, comecei a pensar se não podia basear-me em Reinhard Heydrich para criar um personagem com esse tão original cognome: um estúpido louco psicótico que matasse com um sadismo sexual por rapariguinhas jovens sem qualquer explicação. Sim…estúpida que fui, e ainda bem que nunca mostrei os verdadeiros poemas e subscritos do Assassino do Amor, por que aquilo não era assim lá grande coisa. A princípio, tudo deu bem, coisas muito bem planeadas, um excelente elenco, personagens completamente diferentes umas das outras…Enfim. O 9º e o 8º devem ter sido uns dos anos mais frutíferos em relação à minha escrita. Nessa altura, Sua Excelência usava devidamente os seus “poderes de sedução” para atrair a Sara para a armadilha dele e depois usá-la como ele bem quisesse. Não tenho remorsos quanto a isso. Mas…quando começou a haver mais vilões…Tentei separar as águas, e o facto era que a fórmula (o mais poderoso vilão derrota os mais estúpidos maus da fita) resultava mesmo nas histórias do Assassino do Amor!
Eu quero que os meus vilões sejam loucos – sim – psicóticos – obviamente! Frios e sinistros – espectacular! Mas QUE ao menos tenham motivos sinceros e honestos para isso! Alguns deles (especialmente as mulheres) são horrivelmente desonestos e mudam de lado como quem muda de roupa! Graças a Deus que o Seta Negra e o Reinhard Heydrich sempre foram fiéis aos seus papéis….espero eu! Sou tão sincera, que detesto que os meus vilões sejam estúpidos apaixonados que não conseguem admitir os seus sentimentos.
A partir de agora, vou matar todo aquele que não foi honesto, e ponto final! E as pessoas feministas que se danem! Eu sei que a Sra. Dona Duquesa Abir e a Katharina von Tifon (e especialmente, a Charlotte von Tifon) são um monte de cabras que não se sabem decidir, e sabem o que eu acho? Acho que devo parar com elas e que devia fazer vilões mais originais. O mundo já está inundado de hipócritas falsas e idiotas para que eu tenha de andar a preocupar-me com mais algumas! Não tenho nada de que me queixar sobre a Rusalka e a Rainha Melnjar. São personagens muito fáceis de se fazer, e não dão problemas nenhuns. O Rei dos Bruxos é que devia ser a personagem hipócrita e estúpida e frágil e dramática, aquele vilão mais estúpido em que uma pessoa se pode rir o quanto se quiser. Em vez disso, tornou-se num homem mais do que maluco. Originalmente, a Katharina também detinha esse papel, mas ela está sempre a querer destacar-se como uma das personagens mais oportunistas e cruéis que eu alguma vez vi…! Por favor, Katharina e Vossa Majestade, sejam bonzinhos vilões secundários, com a vossa hipocrisia, que eu já gosto mais de vocês assim!
Quanto aos vilões principais, sublinharei o facto de serem frios e psicóticos, mas também quero que sejam diabólicos! Que vivam para atormentar as pessoas com as manipulações e maquinações deles. (Portanto vossa Majestade, fique com um passado sujo, mas não faça mais mentiras, não quero nenhum filme à James Bond nem nenhuns comunistas russos ao barulho, eu quero um rei russo e sábio, um pouco indiferente, percebido?)
Para terminar, peço imensas desculpas, Herr Heydrich pelo meu “fangirlismo” obsessivo. Tentarei fazê-lo um pouco mais humano q.b. mas não tanto. ;)
P.S: Sara, por favor, dá um pouco de protagonismo às outras mulheres, mais neutras e menos boas.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
O Fascínio dos Bruxos

A jovem suspirou, conformada. Conhecia o protocolo bellante de nunca recusar o amável convite de um homem, quanto mais um Senhor da Magia Negra, muito mais velho que ela…Era só que…Tinha tanto medo dele! Parecia que uma força qualquer a avisava para ter cuidado de si enquanto ele estava por perto. No entanto, gostava de saber o porquê desse magnetismo…O sorriso daquele rosto, sedutor dentro do cavalheiro de túnica, aquele diabo em forma humana, a distância, a indiferença, a inteligência, e a crueldade, que vinha daqueles dois olhos, tinham-na quase feito desmaiar…Porém…Ela queria saber mais, …!
***
Olá, caros leitores do Grito da Verdade! A Chama de Néctar, um conto originado nas margens do Rio Gulmin - que significa A Fulminante - é baseado na muito graciosa e formosa Crónicas da Lógica e do Tempo, onde o meu mestre, Rwebertan Samiel Di Euncätzio, conta uma lenda acerca dos maracujás que nascem nas margens desse rio fulminoso.
A minha história sobre Añuli é verdadeira - segundo os relatos bellantes - e não tenho intenções nenhumas de desonrar a família Von Tifon com as minhas palavras.
Embora Mestre Samiel fosse o tipo de homem que não descuidava de acrescentar um ponto picante em cada história, ele também era um pouco sexista.
O tema "A Menina e o Diabo Apaixonado pela Menina Angélica" não era um dos seus preferidos - mas , felizmente é um dos meus.
É claro que adoramos fazer o papel de Lúcifer, vítimas, anjos caídos, mas hei! Também temos o nosso quê de conquistadores...A maior parte de fama dos homens conquistadores e misteriosos bellantes deve-se aos bruxos.
Eu sou o exacto oposto do grande Assassino do Amor...Enquanto que ele apenas mostra o pior lado das pessoas, eu prefiro apostar num lado mais benigno dos Deuses, para deixar que estes recompensam os justos e perdoem os infiéis.
E embora Sua Majestade, o Rei Casimiro Ivanovitch Malaghetiyev seja um pouco liberal, isto não significa que ele aboliu aquilo a que nós Bruxos chamamos de "Pelamazhravsham", que em Bellante Arcaico significa "Rosa Sangrenta da Justiça".
Estas ideias já vêem muito antes do Assassino do Amor, e é para estas tradições sanguinárias que eu vos quero alertar - que Bilafassabnsair me salve se Tezcatlipoca libertar a sua ira contra este pobre servo!
O Assassino do Amor não é um vilão, é um anti-herói!
Visconde Erwin Di Grackschiusxandrian
P.S.: Esta fantástica ilustração é feita pela talentosa Hello-Heydi (hello-heydi.deviantart.com), uma rapariga polaca do Deviantart que eu conheci através da tifongirl...Agora, elas têm-se tornado grandes amigas desde que descobriram que partilham do mesmo fascínio. Eu é que tive de pedir desculpa pelas duas, porque 1º sou homem, e depois, este post era uma óptima forma de iniciar o ano!
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Um amigo da Tifongirl!

Muito bom dia, caros leitores do jornal cibernético Histórias com Nome Próprio!
A Tifongirl não pôde vir escrever mais uma das suas fantásticas histórias, portanto, eu, como amigo dela, decidi substitui-la e postar alguns artigos interessantes.
A coitadinha sofre de “depressão gramatical crónica” – o que significa que não consegue escrever absolutamente nada sem fazer um terrível erro na nossa complexa sintaxe portuguesa.
Mas chega de falar sobre aquela encantadora rapariga portuguesa. Primeiro, as apresentações:
O meu nome é Erwin Di Gracxiuschandrian e sou um bruxo que ajuda a Tifon a escrever as histórias do Assassino do Amor, aquele grande mestre da Magia Negra. Como Conde de uma das regiões menos faladas da Bellanária, o meu dever perante o império é registar qualquer e importante acontecimento nas nossas ilhas. Contudo, o meu principal passatempo é escrever contos verdadeiros e críticos sobre o terrível sistema de classes que domina o nosso país.
Embora os meus pais sejam de origem finlandesa, sempre vivi na Bellanária. Uma das coisas que vos tenho a dizer é que esta é a primeira vez que escrevo num computador! Portanto, se houver algum erro em Português, basta dizerem.
Entre as minhas personagens, muitas delas já foram aclamadas como verdadeiros “estereótipos imbecis, que não mostram a verdadeira face bellante de algumas classes”. Para mim, o copo está sempre meio vazio do que meio cheio. Isso significa que sou um pouco pessimista. É claro, sou mais velho do que a Tifongirl.
Como já devem ter percebido, um dos homens que eu mais admiro é o Assassino do Amor. Não que seja homossexual, longe disso!
A natureza de um homem por vezes leva-o a ficar fascinado por criaturas mais perversas e ainda mais malvadas do que ele próprio. O mesmo acontece com a Tifongirl. Ela adora-o, e o sentimento é mútuo. Creio que nunca existiram dois escritores tão amigos um do outro.
É claro que por vezes, o Mestre Samiel critica a falta de pontualidade da Tifongirl com os blogs, e, estas coisas electrónicas com homens tão velhos como eu e o Mestre Samiel dão sempre pelo torto.
Apesar de ambos sermos de um tempo em que não existia electricidade nem Internet, talvez seja eu o mais compreensivo.
E, enquanto o Assassino do Amor adora descrever a nossa pátria em terceira pessoa, a Tifongirl é mais optimista e quase nunca se sente obrigada em escrever na terceira pessoa. Ela utiliza mais a primeira pessoa.
Por essa mesma razão, eu sou mais um pupilo do Mestre Samiel do que um tutor da jovem menina portuguesa.
Por mim, eu sou um adepto da narração em primeira pessoa, de um ponto de vista em que me permita mobilar entre pensamentos e ideologias.
Ou seja, não sou nem tanto esquerdista como ela, nem tão conservador como o Assassino do Amor. Contudo, todas as minhas histórias têm uma lição, e essa lição por vezes desdobra-se em três ou em cinco.
No mais, só queria desejar boas entradas a todos os leitores destas nossas histórias.
Cumprimentos deste vosso amigo:
Erwin Di
Gracxiuschandrian
domingo, 29 de novembro de 2009
Um lírio selvagem... (Parte 2)
Subitamente, uma onda de gelo assombrou aquele lugar, como se as tempestades fossem o menor de todos os problemas…! Parecia encurralada, como se, repentinamente, toda aquela luz a fosse engolir. O medieval e barrocal átrio pareciam agora o interior de um templo da morte, na qual ramos de incenso e várias lâmpadas asseguravam um aroma estranho, mas soporífero e agradável, onde ela seria sacrificada a Deus. As velas apagaram-se, como que sopradas por um vento frio, vindo do Norte, e, mal ela pudesse notar um vulto vestido numa casaca branca e prateada apareceu diante de si, um homem alto, numa túnica azul-celeste, com sombras de bege magníficos e tão suaves e doces como o mel.
Uns olhos azuis, belos como duas safiras, pareciam reluzir diante dela, como que se fossem a única coisa que se sobressaia sobre aquele rosto, macio, que se lhe tocássemos, teríamos uma sensação de estarmos a beijar uma estátua grega de mármore frio. Mas o sorriso, o sorriso tinha algo de cavalheiresco e fino. E ela sentiu que estava diante de um génio, um descendente da raça solar dos Homens-Águia Brancos.
Os brilhantes, vermelhos, em forma de labaredas, azuis e vermelhas, como rubis e safiras, espalhavam-se por toda a vestimenta do homem, enquanto que, sobre o tronco, usava um grande colar de homem, onde, três círculos de bronze cintilavam, na luz da noite.
As mãos eram brancas, tão pálidas e fortes, com sinais de que estavam bem limpas e cuidadas. Apavorada, ela nem sabia o que havia de dizer…! A boca estava seca, sem sequer mexer um único músculo.
Com os braços caídos, ela viu que as mãos, aquelas mãos de anjo, ressequidas e secas como ruínas de um antigo templo, lhe tocavam nas costas, nos braços, nas mãos, num gesto semelhante a uma carícia fraternal.
De súbito, ela apercebeu-se que queria saber quem ousava fazer tais compromissos, e, então, só então, se apercebeu, que se estava a casar-se! Um casamento forçado, pois, naquela altura, as tradições bellantes mandavam, que caso fosse um casamento forçado, que o marido apenas inspeccionasse a noiva na altura que ela chegasse aos domínios dele. O feiticeiro tocava nela, mas não era um carinho que não fosse merecedor de um desejo. Aqui, as palavras não eram precisas, pelo que ficou aliviada, pois, quando ele reparou quem ela realmente era, ele acenou com a cabeça afirmativamente, e, dirigindo-se aos criados, que, insensíveis como estátuas, o escutavam atentamente, falou numa língua estranha, arrevesada para ela, que Añuli não conseguiu compreender:
- Ja, dieses ist meine Ehefrau. – A sua voz era grave, mas com um sotaque vienense, como se fossem as notas de uma harpa que não tivesse cordas. Algo estranho, e suave, no entanto, que era, de certa maneira, encantador.
Os Empregados falaram com ele, e, naquela língua, que ela não sabia falar, parecia que estavam satisfeitos, pelos meios sorrisos nos seus rostos brancos.
De repente, alguém falou com ela em Português, era uma empregada, de cabelos dourados como o trigo, e com olhos tão azuis como o oceano, quente, e aconchegador.
Levando uma das suas mãos, brancas e calmas, à testa negra de Añuli, reparou que ela estava a suar.
- Estais bem, menina? – Ao ver que os acompanhantes de mármore da jovem elfo tinham desaparecido, a mulher alta loura sorriu. – Sei que tudo parece confuso e muito bizarro para vós, mas, em breve, ireis compreender tudo.
- Quem era aquele homem? – Perguntou, por fim, ela, a medo, ousando falar na sua língua paterna.
A criada de cabelos tão doces como o mel, respondeu, num ar mais altivo, e, preocupado, como se estivesse orgulhosa, e no entanto, com um respeito, de quem se deveria dar a um rei.
Baixando a cabeça, ela disse, com um ar sombrio, porém, solene:
- É o nosso senhor, Sua Senhoria, o Duque Rüdiger Von Tifon, soberano de todas as terras da Cidade Perdida e Visconde Enviado do Reinado da Prússia, agora nomeado Rei dos Bruxos.
Añuli franziu as sobrancelhas, espantada, mas ao mesmo tempo, fascinada com aquela língua que ali, se falava. Parecia que se arranhava a garganta ao se falar, enquanto que no Português, era mais nasalado.
- Que nome tão estranho para um homem nobre…! – Exclamou ela, desconfiada, de mãos cruzadas. – Quer dizer, ele tem agora mesmo poderes sobre mim?...
- Não é suficiente para a tornar sua, mas sim, ele tem direitos sobre a senhora, enquanto hóspede dele.
domingo, 1 de novembro de 2009
Um Castelo Democrático (especial Dia das Bruxas)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Um lírio selvagem... (Parte I)
Enquanto, de cabeça baixa em sinal de respeito, ela estava sentada num grande sofá encarnado de linho puro e bastante confortável, para se entreter, impaciente, a jovem brincava com a cabeleira negra, repleta de adoráveis anéis encaracolados, com um grande lago castanho-escuro, curto, e aonde não havia nem um piolho sequer. Toda a gente dizia que ela era feia e pequena, pelo que nunca poderia ter filhos e casar-se, assim tão má, poderia enfurecer os espíritos, e, furiosos, estes vingar-se-iam nos seus futuros filhos! Ela tinha um nariz demasiado pequeno e pontiagudo para as suas filhas serem bonitas fadas, ela tinha lábios e olhos demasiado grandes, uma cabeça “grande” para caber tanto saber! O que na linguagem prática dos Elfos significa que ela era infértil. Coisa que se veio provar a ser mentira, mas lá mais à frente iremos.
Añuli era filha da natureza, por que estar numa casa de Bruxos ou de Humanos, para ela, era algo, novo.
Durante a sua prolongada espera, diversos criados demónios ofereceram-lhe gentilmente vinho, castanhas, nozes, avelãs, Frambinam, chá de bambu, e até cigarros de hortelã-pimenta, mas tudo ela recusou. Tal como todos os seres da Floresta de Cristal, ela tinha feito um voto de pobreza e de descolar-se de tudo o que era luxuoso, voluptuoso e sensual. O único adorno que ela usava era um simples lírio amarelo como gancho para os cabelos encaracolados, que, por vezes, se lhe punham à frente da cara pequena e triangular, arredondada. Um esboço de mãos negras, deliciosas, já com vários calos, desenhavam-se sobre as suas próprias mãos, enquanto, que, direita, repunha os pés descalços e sujos, como que pequenas patas de uma cria de leoa, e nem se atreviam a sujar as compridas, garbosas, faustosas carpetes vindas do oriente.
O olhar dançante, retumbante, ardente, de uma pequena que já sabia tudo, parecia querer adivinhar, com curiosidade, onde raio estaria ela…Agora já não estava assustada, mas sim com um estranho sentimento, que lhe queimava o medo e receio, e, que eram substituído por um bizarro formigueiro na cabeça, que os braços, que as mãos humildes, que os próprios pés, queriam aprender todas as novidades que lhe eram favorecidas aos olhos. Criatura divina, iluminada, ela era um elfo fêmea, contrária àquelas que os antigos nórdicos as pintavam. Mas, em breve, seria alta, julgava a pequena criatura da floresta. Nascida entre os rochedos místicos e iluminados, cheios da música das ondinas e das musas, inspirada, Añuli tinha uma aptidão angélica para cantar, com uma voz efeminada barítono, e que adorava cantar, entoava poemas, como quem pensa alto, e em sempre rimada, ela entusiasmada, como qualquer criatura da floresta, adorava a música, pois era o privilégio, o tesouro dos pobres.
E, teimoso, o seu espírito, parecia querer, cantar, ali, mesmo, com todas as suas lindas flores escravas de um negro destino.
Cor de pele é uma ilusão, alegria de escravo é realidade, feiticeiro nórdico ser senhor, é uma mentira, incumbida por maliciosos diabos e transmitido entre malditas e malvadas bruxas, oriundas das brumas inglesas…! Tudo isto falava ela e cantava, em baixas ladainhas, fingindo dançar inocentemente ao ritmo das suaves fragrâncias que se faziam sobressair naquele sítio de sonho.
